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Assinar PDF

Desenha, escreve ou usa uma fotografia da tua assinatura e coloca-a em qualquer página de um PDF, diretamente no navegador.

A carregar Assinar PDF… Se nada acontecer, ativa o JavaScript.

A maior parte da papelada que ainda precisa de assinatura chega em PDF: um contrato de arrendamento, uma autorização da escola, uma carta de oferta de emprego, um contrato com um fornecedor, uma guia de entrega. Imprimir, assinar à mão e digitalizar outra vez exige impressora, scanner e dez minutos, e o resultado é uma imagem desfocada de cada página. Esta ferramenta faz o mesmo trabalho no navegador. Crias a assinatura uma vez, clicas ou tocas no sítio da página onde ela deve ficar, e a ferramenta grava-a no PDF como uma imagem limpa e transparente, enquanto o resto do documento fica exatamente como estava, com o texto ainda selecionável e pesquisável.

Perguntas frequentes

O meu PDF é enviado para algum lado?
Não. O ficheiro é aberto pelo pdf.js e alterado pelo pdf-lib, ambos a correr em JavaScript dentro do teu navegador. O documento, a imagem da assinatura e o resultado assinado ficam no teu dispositivo e, depois de a página carregar, a ferramenta continua a funcionar sem ligação à internet. Isto importa porque os documentos que as pessoas assinam são normalmente os privados: contratos, formulários médicos, papéis do banco e do emprego.
Esta assinatura é legalmente válida?
É uma assinatura eletrónica simples: uma imagem da tua assinatura acrescentada ao documento. A maioria dos países reconhece assinaturas eletrónicas na lei, seguindo princípios como a Lei Modelo da CNUDCI sobre Assinaturas Eletrónicas, e no dia a dia dos negócios uma assinatura assim é amplamente aceite em contratos, formulários e aprovações. O seu valor como prova depende de se conseguir mostrar que foste tu a aplicá-la e que concordaste com o documento, por exemplo através do email em que o enviaste. Alguns documentos, como testamentos, transmissões de imóveis, procurações ou tudo o que precise de notário, exigem muitas vezes uma assinatura manuscrita ou uma assinatura eletrónica certificada. Isto é informação geral, não aconselhamento jurídico, por isso confirma as regras que se aplicam ao teu documento e ao teu país.
Qual é a diferença entre isto e uma assinatura digital?
Uma assinatura digital baseada em certificado usa criptografia: um certificado emitido em teu nome por um prestador de confiança assina uma impressão digital do ficheiro inteiro, e os leitores de PDF conseguem depois confirmar quem assinou e detetar qualquer alteração feita a seguir. A assinatura que esta ferramenta acrescenta é apenas visual. Parece uma assinatura em papel, mas não prova a identidade nem bloqueia o documento, por isso qualquer pessoa pode copiar a imagem ou editar o ficheiro mais tarde. Se o destinatário pedir uma assinatura avançada, qualificada ou baseada em certificado, precisas de um certificado de assinatura e de um programa ou serviço que o suporte.
Posso assinar no telemóvel?
Sim. A área de desenho funciona com o dedo ou uma caneta, e as páginas respondem ao toque: toca numa página para colocar a assinatura selecionada, arrasta-a com um dedo para a mover e puxa a pega redonda do canto para a aumentar ou diminuir. A página continua a deslizar normalmente quando passas o dedo fora de uma assinatura colocada. Para um resultado mais limpo num ecrã pequeno, roda o telemóvel na horizontal para a área de desenho ficar mais larga.
Como funciona a remoção do fundo de uma assinatura carregada?
Todos os píxeis mais claros do que o limiar ficam transparentes, e os que estão logo abaixo desvanecem gradualmente para as margens dos traços continuarem suaves. O resultado é recortado à tinta, para a caixa de colocação se ajustar à assinatura. Se ficarem restos de papel cinzento ou de sombra, sobe o limiar. Se partes finas dos traços desaparecerem, baixa-o. Uma assinatura em tinta escura sobre papel branco, fotografada com luz de dia uniforme e sem flash, dá o resultado mais limpo.
Que tipos de letra posso usar numa assinatura escrita?
O site não descarrega tipos de letra extra, por isso os estilos vêm de tipos de letra manuscritos já instalados no teu computador ou telemóvel, como Segoe Script, Lucida Handwriting ou Ink Free no Windows e Snell Roundhand ou Bradley Hand nos dispositivos Apple. A ferramenta mostra apenas os que encontra, mais o tipo de letra cursivo genérico do navegador como alternativa, e é por isso que a lista muda de dispositivo para dispositivo. A assinatura escrita é guardada como imagem, por isso o destinatário vê exatamente o que escolheste mesmo sem esse tipo de letra.
Posso acrescentar várias assinaturas, iniciais e uma data?
Sim. Tudo o que crias vai para uma pequena bandeja por cima das páginas: uma assinatura desenhada, iniciais escritas, um carimbo de data ou qualquer texto curto. Seleciona um elemento e toca numa página para o colocar, quantas vezes precisares, por exemplo as iniciais em todas as páginas e a assinatura completa com a data na última. Os elementos colocados podem ser movidos, redimensionados ou removidos com a cruz antes de descarregares.
A assinatura vai ficar no sítio certo noutros leitores de PDF?
Deve ficar. Alguns PDF guardam páginas rodadas, ou têm uma área visível (a CropBox) mais pequena do que a página completa e afastada do seu canto, e uma ferramenta ingénua deixa a assinatura de lado ou no sítio errado. Esta ferramenta converte a tua colocação usando a rotação da página e a caixa visível, e roda a imagem em conformidade, para aparecer direita onde a puseste. A assinatura passa a fazer parte do conteúdo da página, por isso também sai na impressão.
Posso assinar um PDF protegido por palavra-passe?
Não diretamente. Um PDF que precisa de palavra-passe para abrir, ou que está encriptado contra alterações, tem de ser desbloqueado primeiro com a palavra-passe, no programa que o criou ou num editor de PDF da tua confiança. Depois disso podes abrir aqui a cópia desbloqueada e assiná-la.

Sobre Assinar PDF

Há três formas de criar a assinatura. Desenha-a com o rato, com o dedo no telemóvel ou com uma caneta no tablet: os traços são suavizados à medida que escreves, podes escolher tinta preta ou azul e a espessura da linha, e anular o último traço se correr mal. Escreve o teu nome e escolhe um dos tipos de letra manuscritos instalados no teu dispositivo. Ou carrega uma fotografia ou digitalização da tua assinatura verdadeira em papel, e a ferramenta remove o fundo branco tornando transparentes os píxeis claros, com um limiar que podes ajustar para papel acinzentado ou tinta fraca. Além de assinaturas podes acrescentar carimbos de data em formato ISO ou no formato da tua região e textos curtos, como iniciais, o teu nome em letra de imprensa ou a palavra Aprovado. Cada elemento pode ser colocado várias vezes, em quantas páginas precisares, e depois arrastado para a posição certa e redimensionado com a pega do canto.

O PDF nunca sai do teu dispositivo. As páginas são desenhadas como pré-visualizações com o pdf.js à medida que percorres o documento, por isso mesmo ficheiros longos abrem depressa, e a cópia assinada é criada com o pdf-lib e descarregada diretamente para ti como nome-signed.pdf. A colocação tem em conta a rotação das páginas e as caixas de página recortadas, por isso a assinatura fica onde a puseste em qualquer leitor de PDF, sem aparecer deslocada ou de lado. Lembra-te de que isto acrescenta uma assinatura eletrónica visual, o equivalente digital de assinar à mão. Não junta uma assinatura digital baseada em certificado, que é uma tecnologia diferente explicada nas perguntas abaixo.

A assinatura que deu origem a uma expressão

John Hancock assinou a Declaração de Independência dos Estados Unidos em 1776 com letras tão grandes e largas que o seu nome se tornou calão americano para assinatura: pede-se às pessoas que ponham "o seu John Hancock" no papel. Muito antes disso, as assinaturas eram raras. Durante a maior parte da história os documentos eram autenticados com selos premidos em cera ou barro, porque poucas pessoas sabiam escrever e um selo era mais difícil de falsificar do que um nome.

A assinatura manuscrita só se tornou a regra na Europa aos poucos, e o Statute of Frauds inglês de 1677 ajudou ao exigir que certos contratos fossem "assinados" pelas partes, uma palavra que os juristas mais tarde interpretaram de forma ampla. Os tribunais aceitaram iniciais, marcas, carimbos de borracha e, mais tarde, telegramas como assinaturas, com a ideia de que o que conta é a intenção de ficar vinculado, não a tinta.

É essa mesma ideia que permite às assinaturas eletrónicas funcionar hoje. A Lei Modelo da CNUDCI sobre Comércio Eletrónico, de 1996, adotada de alguma forma por dezenas de países, diz que uma exigência legal de assinatura pode ser cumprida eletronicamente se o método identificar a pessoa e mostrar a sua aprovação. O traço da caneta num ecrã é apenas a forma mais recente de fazer a velha marca.

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